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Insônia

Mulheres acima de 50 anos: grupo de risco para insônia

A dificuldade para dormir atinge 45% da população mundial, porém mulheres acima de 50 anos representam o maior grupo de risco para a insônia. Além das noites em claro, esse transtorno do sono traz diversas doenças para o organismo.

Mulheres acima de 50 anos - grupo de risco para insônia

A dificuldade para dormir atinge 45% da população mundial, porém mulheres acima de 50 anos representam o maior grupo de risco para a insônia. Além das noites em claro, esse transtorno do sono traz diversas doenças para o organismo.

Entenda mais sobre esse distúrbio e por que seus efeitos são mais prejudiciais para as mulheres.

Perigos da insônia

A insônia traz vários perigos para o corpo. Entre os males possíveis, ela aumenta as chances da ocorrência de problemas cardiovasculares. A privação do sono pode causar também complicações emocionais como: estresse, ansiedade, baixa autoestima e depressão.

Porém, pesquisas do University College e da Universidade de Warwick, localizada em Londres, trouxeram um alerta. Segundo os pesquisadores, os perigos da insônia são ainda maiores para mulheres acima de 50 anos.

Os estudiosos concluíram que índices de marcadores inflamatórios, que são essenciais para aferir as doenças do coração, são variáveis nas mulheres. Essa variação acontece de acordo com o período de sono feminino. O que já não foi diagnosticado para os homens.

Dessa forma, quanto menos horas as mulheres acima de 50 anos dormirem, maiores são as chances de contraírem doenças cardiovasculares. Além de serem mais propensas a essas doenças, elas também são um grupo de risco para a insônia.

A ciência indica que mulheres são mais propensas à insônia

Na pesquisa, as mulheres que descansavam por menos de 5 horas apresentavam um índice maior de proteína C. Esta molécula tem relação direta com riscos de problemas do coração.

O estudo diz, ainda, que o grupo feminino é mais afetado que os homens quando não dorme bem. Assim, os efeitos dos distúrbios do sono são mais comuns para elas. Algumas das complicações que mais aparecem são os de ordem psicológica, como: depressão e ansiedade.  

Porém, um perfil específico do grupo feminino é mais afetado, que é o das mulheres acima de 50 anos. A médica do Instituto do Sono, Rita Azeredo Bittencourt, completa afirmando que a menopausa contribui para essas dificuldades.

Segundo a especialista: “As mulheres são mais suscetíveis à insônia por motivos genéticos e hormonais, pois a redução da progesterona na menopausa favorece a vigília, além de distúrbios de humor, como ansiedade e depressão, que são mais frequentes em mulheres”.

A influência da menopausa

Como a menopausa começa entre os 45 e 50 anos, a mulher acima dessa faixa etária sofre mais com a insônia causada pela diminuição da progesterona. Por isso, é essencial cuidar ainda mais da saúde do sono a partir dos 45 anos.

Com a vinda desse período, a produção de melatonina também cai significativamente. Esse hormônio é o responsável pela regulação do sono. Além disso, os próprios calores vindos com a menopausa acabam atrapalhando o repouso.

Sendo assim, caso você esteja no perfil de mulheres acima de 50 anos, que são um grupo de risco para a insônia, cuide-se o quanto antes. Visite um especialista no assunto, pratique a higiene do sono e potencialize o tratamento com um suplemento 100% natural contra a insônia. Assim, você dormirá muito melhor.

Quer saber mais sobre os efeitos da falta de sono depois dos 50 anos? Então entenda melhor a insônia na menopausa.

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